
Bom, como primeiro post não poderia deixar de falar sobre a morte do "rei do pop" Michael Jackson, são inúmeras polêmicas divulgadas pela mídia desde então. Overdose? Pode ser. Conspiração? Quem sabe. Onde foi enterrado o corpo? E por aí vai. Mas o que todos percebemos nas ultimas semanas, desde a trágica notícia na tarde de 25 de junho, é que o artista era um menino, um menino grande e problemático.
Michael pensava ser Peter Pan e até construi a sua "Terra do Nunca", mas não conseguiu conviver com as exigências do esteriótipo que o meio artístico induz e, principalmente, com a relação conturbada com o seu pai. Começou com a plástica no nariz e sabe lá Deus quantas mais fez até se tornar a figura dos últimos tempos.
Não vou me lembrar quem escreveu, mas li uma crônica a respeito da morte de Michael e achei interessante, pois ele era comparado a um mito e se falava também da necessidade que todos temos em fugir da realidade. Ele era o nosso mito! O autor também se referiu a ele como um ser assexuado e era justamente isso que viamos. Não destinguiamos Michael como um ser viril, másculo e muito menos cogitávamos a possibilidade dele ser gay, ele era apenas, simplesmente Michael Jackson.
De uma genialidade absurda se foi um ídolo que fascinou gerações. Lembro dos passos marcantes, da voz inconfundível e de músicas que até hoje fazem parte das trilhas sonoras das nossas vidas. Acredito que tudo isso vai sobressair a fragilidade que tomou conta da vida dele. E como não poderia ser diferente sua vida terminou com um espetáculo, comentado e visto em cada canto do mundo, mas sua carreira segue intacta, pois ele sempre será Michel Jackson.
Michael pensava ser Peter Pan e até construi a sua "Terra do Nunca", mas não conseguiu conviver com as exigências do esteriótipo que o meio artístico induz e, principalmente, com a relação conturbada com o seu pai. Começou com a plástica no nariz e sabe lá Deus quantas mais fez até se tornar a figura dos últimos tempos.
Não vou me lembrar quem escreveu, mas li uma crônica a respeito da morte de Michael e achei interessante, pois ele era comparado a um mito e se falava também da necessidade que todos temos em fugir da realidade. Ele era o nosso mito! O autor também se referiu a ele como um ser assexuado e era justamente isso que viamos. Não destinguiamos Michael como um ser viril, másculo e muito menos cogitávamos a possibilidade dele ser gay, ele era apenas, simplesmente Michael Jackson.
De uma genialidade absurda se foi um ídolo que fascinou gerações. Lembro dos passos marcantes, da voz inconfundível e de músicas que até hoje fazem parte das trilhas sonoras das nossas vidas. Acredito que tudo isso vai sobressair a fragilidade que tomou conta da vida dele. E como não poderia ser diferente sua vida terminou com um espetáculo, comentado e visto em cada canto do mundo, mas sua carreira segue intacta, pois ele sempre será Michel Jackson.
Parabéns pelo seu blog!! Tá bonito e bem escrito, o que mostra que você se tornou realmente uma ótima jornalista.
ResponderExcluirBeijos
Du Buratto