Cada um tem um jeito peculiar de encarar a dor quando se perde alguém querido. Transar com desconhecidos não seria uma maneira "comum" de enfrentar essa situação! A história é verdadeira. Não é invenção minha! E é contada pela jornalista inglesa, Amy Molloy, em "Wife, interrupted" (ainda sem editura no Brasil). Ela ficou viúva aos 23 anos, após perder o marido para um câncer no cérebro, 32 dias depois do casamento.
Estou muito curiosa para ler o livro! A história parece ser muito interessante! É De verdade, e a escritora não tem nenhuma cerimônia para escrever o que realmente aconteceu! O meu interesse não é motivado porque Amy conta suas experiências, mas porque realiza um desejo do marido de falar a verdade sobre o câncer: as pequenas vitórias e os momentos de desespero. É lógico que em meio a tudo isso há relatos do que o casal viveu, que se conheceu na Austrália e se casou na Irlanda. Ao todo ficaram aproximadamente dois anos juntos.
A escritora conta também sobre seus momentos de culpa em não estar vivendo um luto "normal". Segundo ela, sua reação é classificada como "promíscua", e que de certa forma também a surpreendeu. Não é comum e nem o esperado uma viúva dormir com diversos homens, ainda mais, o primeiro deles três meses após a morte do marido. E em um ano, Amy foi para cama com 27.
Trechos do livro:
Acho que esse livro é uma boa opção de leitura. E vai demorar um pouquinho para chegar no Brasil, além de não ter editora aqui, só agora a história ganhou repercussão nos jornais e revistas de Londres. Que pena!
Ah, Uma dica! Na verdade outra! rsrs... O documentário Sequestro, do diretor Wolney Atalla. A estreia está prevista para este ano. O vídeo mescla depoimentos de vítimas e seus familiares, dos bandidos, além de mostrar a rotina dos policiais especializados nesse tipo de crime. Vale a pena conferir!
Uma curiosidade: Segundo a Divisão Antisequestro da Polícia Civil do Estado de São Paulo (DAS), em 2001, 18 sequestros aconteciam ao mesmo tempo na Capital. E dados do final de outubro de 2009 comprovaram a diminuição desse tipo de crime, no período foi notificado apenas um sequestro. No resto do país a estatística é semelhante.
Estou muito curiosa para ler o livro! A história parece ser muito interessante! É De verdade, e a escritora não tem nenhuma cerimônia para escrever o que realmente aconteceu! O meu interesse não é motivado porque Amy conta suas experiências, mas porque realiza um desejo do marido de falar a verdade sobre o câncer: as pequenas vitórias e os momentos de desespero. É lógico que em meio a tudo isso há relatos do que o casal viveu, que se conheceu na Austrália e se casou na Irlanda. Ao todo ficaram aproximadamente dois anos juntos.
A escritora conta também sobre seus momentos de culpa em não estar vivendo um luto "normal". Segundo ela, sua reação é classificada como "promíscua", e que de certa forma também a surpreendeu. Não é comum e nem o esperado uma viúva dormir com diversos homens, ainda mais, o primeiro deles três meses após a morte do marido. E em um ano, Amy foi para cama com 27.
Trechos do livro:
"três semanas depois do nosso primeiro beijo, ele me pediu em casamento (...) Eu disse sim, claro - não havia outra resposta. A vida era tão mais simples naquela época".
"Estamos no bar. Eu estou bêbada, muito bêbada. Uma garrafa de vinho, seis vodkas e quatro doses de um licor (...) Estou no meio da pista de dança, cercada de gente, corpos encosntando em corpos, narizes em narizes (...) Alguém pega na minha cintura. Mãos grandes, mãos de homem. Eu me viro e tento ver seu rosto, mas não consigo. Achei bom que eu não conseguisse enxergá-lo. Parecia mais fácil lidar assim."
Acho que esse livro é uma boa opção de leitura. E vai demorar um pouquinho para chegar no Brasil, além de não ter editora aqui, só agora a história ganhou repercussão nos jornais e revistas de Londres. Que pena!
Ah, Uma dica! Na verdade outra! rsrs... O documentário Sequestro, do diretor Wolney Atalla. A estreia está prevista para este ano. O vídeo mescla depoimentos de vítimas e seus familiares, dos bandidos, além de mostrar a rotina dos policiais especializados nesse tipo de crime. Vale a pena conferir!
Uma curiosidade: Segundo a Divisão Antisequestro da Polícia Civil do Estado de São Paulo (DAS), em 2001, 18 sequestros aconteciam ao mesmo tempo na Capital. E dados do final de outubro de 2009 comprovaram a diminuição desse tipo de crime, no período foi notificado apenas um sequestro. No resto do país a estatística é semelhante.
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